WARBRINGER – Video Promo Disponivel

Uma parte de “Severed Reality”, o novo video da banda thrash WARBRINGER pode ser vista abaixo. O clip foi filmado em 22 de Fevereiro na The Rave em Milwaukee, Wisconsin por Dave Brodsky (THE BLACK DAHLIA MURDER, SUICIDE SILENCE) durante a turne do WARBRINGER com DARKANE e SOILWORK.

Na ultima semana o WARBRINGER postou uma nova musica em seu MySpace, “Living In A Whirlwind”. A faixa foi retirada do segundo album da banda, “Waking Into Nightmares”, com lançamento previsto para 19 de Maio pela Century Media Records. O CD foi mixado por Zack Ohren (SUFFOCATION, ALL SHALL PERISH)  e a arte do album foi criada pelo artista Dan Seagrave (MORBID ANGEL, ENTOMBED).

O novo album do WARBRINGER foi gravado pela Sharkbite Studios em Oakland, California com o produtor Gary Holt (EXODUS)

Neste momento o WARBRINGER esta em turne no norte dos EUA com KREATOR, EXODUS, BELPHEGOR e EPICUREAN.

Para outras informações acesse: Blabbermouth

e www.myspace.com/warbringer

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TOTURE SQUAD – Espanha Recebe o Último Show da Turnê Européia do Torture Squad

torturesquad_2007A banda paulista Torture Squad em breve estará de volta ao Brasil após uma extensa turnê pela Europa. Ao final da turnê a banda terá feito 41 shows pelo Velho Mundo passando por Inglaterra, Holanda, Alemanha, Espanha, Suíça, Itália, Polônia, Croácia, Áustria e outros países. A atual excursão mundial e de divulgação do mais recente álbum, “Hellbound”.

Para encerrar a turnê a banda fará uma apresentação no festival Barroselas Metalfest, em Portugal, no próximo sábado, 02. “Tocar em um festival como o Barroselas e dividir o palco com bandas seminais como Sodom, entre outras, é a premiação de quase três meses de turnê”, afirma Vitor Rodrigues, vocalista da banda.

O último show da turnê européia será no domingo, 03, em Santiago de Compostela, na Espanha. Após retornar ao Brasil a banda deve anunciar alguns shows em território nacional.

Acompanhe abaixo “Abduction Was the Case” do Torture Squad

Para outras informções acesse: Rock Online

METALLICA – Banda Comemora Lançamento do Guitar Hero

kirkDos quatro integrantes do Metallica, a lendária banda de heavy metal, o guitarrista Kirk Hammett é o mais sutil e determinado. Seus parceiros de banda fizeram carreira canalizando exteriormente suas angústias – de forma musical, política e artística. Hammett, entretanto, sempre no fundo, tocando uma guitarra solo insana e fazendo riffs pungentes.

Enquanto o vocalista James Hetfield incorpora o espírito desafiador da banda, Hammett incorpora sua musicalidade, uma mistura inteligente de refrões pop disfarçados de metal com infusões de punk.

Há mais de 25 anos que o Metallica é essa banda metal fácil de ser amada. Recém adicionada ao Rock and Roll Hall of Fame, o Metallica vem aumentando ainda mais o seu público, adaptando-se a uma nova geração de fãs: tanto é que acabaram de lançar seu primeiro vídeo game: o Guitar Hero; Metallica.

Hetfield, Hammett, o baterista Lars Ulrich e o baixista Robert Trujillo estrelam no Guitar Hero, o popular game baseado em ritmos que oferece a seus jogadores a experiência completa de tocar em uma banda. Os jogadores podem assumir o papel de Ulrich através dos controles de bateria do game, cantar como Hetfield no microfone e tocar os solos de guitarra de Hammett com o joystick. E é claro que Hammett – o herói da guitarra na vida real por trás de “Enter Sandman”, “Sad But True”, “Master of Puppets”, “One” e de tantas outras canções – trabalha duro na apresentação do game.

“Trata-se de um processo de pensamento totalmente diferente”, disse Hammett durante o festival de música South by Soutwest no mês passado. “A execução total do Guitar Hero é resumida em (cinco) botõesinhos… ao contrário das centenas de milhares de variações possíveis em sua mão esquerda e direita (em uma guitarra de verdade)”. “O game é composto por movimentos simples, e é super legal”.

Embora outros games do gênero já tivessem incluído músicos reais como personagens, foi somente no lançamento de Guitar Hero: Aerosmith, em meados de 2008, que um game foi desenvolvido tendo como base uma banda completa. Nada contra o guitarrista Joe Perry do Aerosmith, mas Guitar Hero: Metallica consegue oferecer uma melhor experiência musical através do game, sem falar na riqueza do catálogo do Metallica.

E parte disto está na programação do game em si. Através de diversas simulações de perfomance, os movimentos exatos da banda foram registrados e replicados no mundo virtual.

guitar_hero_metallica111“(O game) é extremamente preciso”, disse Hammet. “Quando você o assiste, somos nós tocando a canção. É o Lars tocando bateria com seu jeito teatral. É o James com seu jeito afetado. Sou eu, com meu estilo esquisito e meu bate-cabeça. É o Rob, com sua técnica particular desajeitada. Está tudo lá, e eles fizeram um trabalho extremamente preciso, captando a maneira como nos movimentamos – tanto individualmente quanto em grupo”.

A música é uma compilação compacta de canções do Metallica misturadas a um catálogo musical escolhido a dedo pela banda, que inclui canções do Queen, Slayer, Mastodon, Foo Fighters, Alice in Chains, dentre outras bandas. Quer você goste ou não de games, é fácil perceber o valor educativo desses games, algo que entra na sua casa quando seu sobrinho de cinco anos de idade te pede para levá-lo ao show do Rush, AC/DC e Iron Maiden.

“Adoro esse aspecto”, disse Hammett. “Essa geração mais jovem está sendo exposta a uma quantidade enorme de classic rock e classic metal que eles não poderiam conhecer de outra maneira, principalmente se eles só escutam rádio… É uma excelente educação musical para eles. E eu gostaria de pensar que é inspirador o bastante para que talvez alguns desses garotos comprasse uma guitarra e aprendesse a tocá-la”.

É exatamente isso que está acontecendo. As vendas de guitarra estão em alta. Muitos desses garotos (e também alguns adultos) estão começando bandas e escrevendo música original. E tudo isso foi inspirado por um controle de plástico rígido em formato de guitarra, com botões coloridos no braço. As guitarras do Guitar Hero e do Rock Band são alvos fáceis. Elas têm tamanho pequeno, são elementares e são tão rock ‘n’ roll quanto um Q-Tip. Assim sendo, é uma introdução eficaz à coisa real, segundo um dos principais nomes no game da vida real.

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“(O controle do game) tem mais a ver com a leitura da música do que com tocar guitarra, pois você está lendo as notas na tela e está fazendo o movimento correspondente de dedos”.

A banda esteve em Austin para o lançamento do game na mídia – e para fazer um show secreto no Stubb’s Bar-B-Que, um lugar enorme para os padrões da feira South by Southweast, porém minúsculo para os padrões do Metallica (o Stubb comporta cerca de 2500 pessoas, enquanto o Metallica consegue vender 18000 lugares em estádio na maioria dos mercados de médio porte).

Era para ter sido um show surpresa, mas até a mãe de Hammett já havia lido sobre o “show secreto” nas semanas que precederam o evento.

“É óbvio que (o South by Southwest) é uma excelente plataforma de lançamento para algo desse tipo, e é sempre ótimo para nós entrar furtivamente em um clube pequeno e fazer um show pequeno”.

Hammet disse que a banda ainda não está compondo para o próximo álbum. Eles estão ocupados demais, finalizando o ciclo de shows de Death Magnetic – álbum mais recente da banda. “Ainda temos um ano e meio de turnê para completar, então vamos terminar este processo para depois pensar em fazer música nova”, disse Hammett.

Sobre a inclusão da banda no Rock and Roll Hall of Fame, Hammett não consegue evitar se sentir meio velho. “Já se passaram vinte cinco anos desde o lançamento de nosso primeiro álbum, então me sinto meio como um dinossauro”, disse Hammett. “(Mas, tenho orgulho) de ainda sermos uma banda de valor, ainda fazendo música. Muitas bandas incluídas estão no declínio de suas carreiras, para dizer a verdade. Ainda estamos fazendo música e saindo em turnê, então é legal saber que ainda somos uma banda, criando e tentando fazer algo relevante”.

Para outras informações acesse: http://musica.ig.com.br/

SLAYER – Tom Araya da uma Entrevista para ESP Guitars e Algo Sobre Novo Single

Materia traduzida da Blabbermouth

A ESP Guitars conduziu um entrevista com o vocalista e baixista do Slayer, Tom Araya na NAMM (National Association Of Music Merchants) deste ano que aconteceu nos dias 15 a 18 de Janeiro na  Anaheim Convention Center, California. Assista a primeira e a segunda parte da entrevista (a terceira disponibilizaremos em breve)

slayerbanda1E por falar em Slayer, em 18 de Abril sairá a nova faixa da banda, “Psychopathy Red”, a primeira desde o album “Christ Illusion”, que estará disponivel em Vinil 7´´. Apenas 5.000 unidades estarão disponiveis e apenas para os cadastrados no Record Store Day, evento que acontece anualmente. Para conferir a lista de gravadores independetes presentes no evento acesse o site http://www.recordstoreday.com.

O Vinil “Psychopathy Red” (o promocional) terá embalagem no formato de envelope de evidencia Russo (veja a imagem abaixo). A musica foi inspirada no serial killer Russo Andrei Chikatilo, vulgo the Rostov Ripper, que confessou ter assassinado brutalmente 56 crianças. A faixa foi gravada pela banda – guitarristas Kerry King e Jeff Hanneman, baixista e vocalista Tom Araya e o baterista Dave Lombardo – na Los Angeles studio recording no ultimo Outubro.

Dia 18 de Abril marca o “Record Store Day”,  evento anual que celebra as mais de 700 gravadoras independentes dos EUA e as centenas pelo mundo. Os menbros do Slayer optaram por lançar “Psychopathy Red” neste dia – e apenas atravez das gravadoras independentes – como reconhecimento pelo suporte por elas dado ao metal por todos esses anos.

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Atualemnte o Slayer esta gravando um novo album previsto para o meio do ano na Los Angeles studio recording.

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METALLICA – Banda Entra para o Rock N Roll Hall of Fame

Materia Originalmente publicada no Whiplash.net

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte mensagem, a respeito da nomeação da banda ao Rock and Roll Hall of Fame.

metallica_03“Wow… Que ótima forma de começar 2009! Nós estamos mais do que orgulhosos de informar a vocês que nós vamos, de fato, entrar no Rock and Roll Hall of Fame em uma cerimônia que acontecerá em Cleveland em 4 de Abril de 2009. Para relembrar, precisa ter passado 25 anos desde que seu primeiro disco foi lançado para ser elegível e embora não pareça que tenha passado tanto tempo, nós ouvimos que foi este o caso!

Então aqui está outra parte legal. Pela primeira vez em 24 anos que o Rock and Roll Hall of Fame está por aí, os ingressos da cerimônia estarão disponíveis para VOCÊ! A cerimônia acontecerá no Public Hall em Cleveland, e se você for um membro do Hall of Fame and Museum, poderá comprar ingressos em uma pré-venda em 22 e 23 de Janeiro. Há uma venda presencial no Sábado, 24 de Janeiro (isto significa que você precisa achar seu caminho até as bilheterias do Hall of Fame nesse dia), e finalmente eles estarão disponíveis através da TicketMaster na segunda-feira, 26 de Janeiro. Membros do MetClub devem conferir o metclub.com/ para informações sobre uma venda especial de ingressos para eles.

Nós faremos companhia a alguns artistas lendários e excelentes como Jeff Beck, Little Anthony & the Imperials, Run-DMC, e Bobby Womack, que também serão introduzidos ao hall nessa noite.

Desculpe, nenhum detalhe ainda sobre quem estará na cerimônia como apresentadores e artistas, mas nós podemos lhes falar que será transmitido ao vivo na Fuse e disponível na http://www.fuse.tv.

Para maiores detalhes acesse rockhall.com/.”

SEPULTURA – “Max Cavalera é um Zero a Esquerda” diz Paulo Jr.

Materia originalmente publicada no http://portal.rpc.com.br

sepultura

O Sepultura, desde o seu início em 1984, tem sua trajetória marcada por mudanças profundas em sua formação. Max e Igor Cavalera, Paulo Jr. e Jairo Guedez foram responsáveis por fundar o grupo. Jairo foi substituído dois anos depois por Andreas Kisser, que permanece até hoje. Depois da tortuosa saída de Max em 1996, foi a vez de seu irmão, Igor, deixar o grupo dez anos depois.

A saída de Max, no entanto, foi a mais conflituosa. “Para mim, ele é um zero à esquerda. Meu compromisso é com o que está aqui hoje, com essa formação”, afirmou Paulo, baixista, em entrevista por telefone à Gazeta do Povo, quando questionado sobre uma afirmação de Max Cavalera.
Sepultura

O Sepultura é composto por Derrick Green, vocalista; Andreas Kisser, guitarrista; Paulo Jr., baixista; e Jean Dolabella, baterista

O ex-vocalista da banda disse recentemente que “isso não é Sepultura”. “Muita gente mais nova não sabe o quanto nós ralamos para construir a banda”, disparou.

Para Paulo, a banda que lança nesta semana o mais recente álbum de inéditas, “A-Lex”, “é o novo-velho Sepultura”. O novo álbum, que chega às lojas no dia 23 de janeiro de 2009, é baseado na obra “A Laranja Mecânica”, livro de Anthony Burgess que foi levado às telas em 1971.

Composto de modo livre e aleatório, o grupo fez uma série de jam sessions no estúdio, durante três meses, que resultaram na obra final “A-Lex”. “Depois organizamos e lapidamos o repertório”, explicou Paulo.

Este é o primeiro álbum composto com o novo line-up. “O Jean [Dolabella, baterista que entrou no lugar de Igor Cavalera] entrou com uma característica nova, uma energia nova. Ele não veio para copiar, e sim para acrescentar”, disse o baixista.

Um dos destaques do resultado de “A-Lex” é a faixa “Ludwig Van”, que conta com uma inserção da Nona Sinfonia de Beethoven. “Trouxemos essa ideia de misturar o clássico com o heavy metal, tentando manter a integridade de todos os lados. Foi a faixa que deu um pouco mais de trabalho.”

O resultado foi uma canção que difere, e muito, do que é assinado normalmente pelo Sepultura. “Beethoven já é pesado por natureza, então a gente só contribuiu um pouquinho”, brincou o baixista.

Com a maior parte de sua base de fãs no exterior, a banda nunca conseguiu no seu país de origem o mesmo reconhecimento que alcançou em outras partes do mundo. “O brasileiro ‘lambe muito o saco de gringo’. O que é bom para o brasileiro é o que vem de fora”, disparou Paulo, que garante que a banda “sempre tenta” conquistar um espaço maior no Brasil. “Agora nós moramos aqui, e parece que cada vez mais as portas vêm se fechando ao invés de se abrirem para o artista nacional”, explicou. “A cultura é torta”, desabafou.

Confira a integra da entrevista com Paulo Jr., do Sepultura:

Esta não é a primeira vez que o Sepultura se aventura ao basear um álbum em uma obra literária. Desta vez, a opção foi pela obra “A Laranja Mecânica”. Como surgiu esta ideia?

Na verdade, é uma coisa antiga. Já tínhamos cogitado isso na era do “Dante XXI”, no qual acabamos optando pelo “A Divina Comédia” (de Dante Alighieri). Mas nunca nos esquecemos da “A Laranja Mecânica”.

Então o grupo já estava preparado para este projeto há algum tempo, apesar do curto prazo que durou a composição e gravação?

Sim, começamos há alguns anos, mas ficou em “stand by” até chegar a hora certa.

Uma das faixas, “Ludwig Van”, leva uma combinação do heavy metal com a Nona Sinfonia de Beethoven.

Essa canção faz parte do conceito da obra. Se você pegar o personagem principal, o moleque era fissurado por Beethoven. No filme, a Nona Sinfonia é bastante destacada. Para que o disco ficasse completo, nós trouxemos essa ideia de misturar o clássico com o heavy metal, tentando manter a integridade de todos os lados. Foi a faixa que deu um pouco mais de trabalho.

Esta é uma das faixas mais impactantes do álbum, por ser tão distinta do que é normalmente ouvido em uma faixa do Sepultura.

Beethoven já é pesado por natureza, então a gente só contribuiu um pouquinho.

Você acha importante esta combinação de gêneros tão distintos, para deixar um ritmo ainda mais rico?

Com certeza. Além da riqueza da obra e do conceito, o clássico influenciou vários tipos de música, principalmente o rock. Já foram feitas várias junções nesse meio como em obras do Deep Purple, do The Who, e por aí vai.

Houve muito tempo de pesquisa para começar a trabalhar e compor para este projeto?

Demos uma re-pesquisada para refrescar a memória. Mas todos nós já conhecíamos desde moleque. O filme foi lançado em 71, e o livro é da década de 60. Já passou por algumas gerações.

O álbum foi dividido em quatro partes, e cada uma diz respeito a um trecho do livro. Como foi feito este trabalho de composição?

Foi bem livre, aleatório e solto. Foi uma das fases de composições mais livres que já tivemos. Fizemos uma jam session gigante, e depois organizamos e lapidamos o repertório. A ideia de ter as divisões já existia, mas encaixamos de acordo com cada fase.

O processo de composição demorou três meses. Até o álbum ficar pronto, quanto tempo foi necessário?

O processo inteiro demorou por volta de uns seis meses. Gravamos e mixamos em cerca de seis semanas e meia, que é o que levamos normalmente. A composição desse disco foi um pouco mais rápida do que o normal.

Tanto nesta obra quanto em outras já lançadas pelo Sepultura, uma das marcas principais é a opção por não seguir o “padrão”, sem refrões e riffs em lugares pré-determinados. Qual o motivo desta escolha?

É uma coisa bem solta. Fizemos do jeito que estávamos sentindo no momento, é difícil de explicar. É como escrevemos, como vem a inspiração.

O último capítulo do livro, que não é representado no na obra que foi ao cinema, ganhou espaço especial no álbum do Sepultura. Por quê?

Tivemos a ideia de colocar na Internet e pedir a participação de um fã para esta faixa. Escolhemos uma frase que mais combinasse com o contexto do álbum em si, e esta frase daria o pontapé inicial para a letra. Além do contexto da própria música e do próprio trecho, ela tem um valor especial por ter esta participação do fã.

De que modo esse álbum se diferencia dos anteriores do Sepultura? Que tipo de experimentação foi feita neste trabalho que nunca foi antes usada pelo grupo?

A grande diferença foi a orquestra, mas já tínhamos utilizado um pouco, só que indiretamente. Desta vez houve mais detalhes com relação aos arranjos.

Esse é o primeiro álbum sem nenhum dos irmãos Cavalera. Quais foram as principais mudanças que aconteceram na sonoridade do grupo por conta desta mudança no line-up?

É o novo-velho Sepultura (risos). Esse lance da leveza que tivemos para compor esse disco, que foi em feito em jam sessions, quebrou um pouco o nosso padrão. Isso contribuiu bastante, todo mundo estava inspirado, com o mesmo objetivo. Foi feito em pouco tempo, algo que não foi planejado. É uma questão de estar se sentindo bem naquele momento.

Você acredita que o Sepultura perdeu muito com a saída de Igor, ou ganhou mais com a entrada de Jean?

Eu acho que perdeu e ganhou. É difícil explicar. O Jean entrou com uma característica nova, uma energia nova. Ele veio para trazer um elemento novo ao Sepultura, e não para substituir o Igor. Ele não veio para copiar, e sim para acrescentar.

Você é o único membro que está na banda desde o início. Todas as mudanças que aconteceram ao longo do tempo trouxeram algo positivo ou negativo para o grupo?

Quem está na formação presente sabe representar essa banda com dignidade, eu acho que isso é importante. A saída é uma coisa que acontece no dia-a-dia. Ele estava insatisfeito e resolveu seguir o destino dele. Nós continuamos o nosso.

Max Cavalera disse achar “esquisito” o fato de que nenhum dos irmãos Cavalera estão na banda que eles ajudaram a construir. Você acha que o Sepultura continua sendo o mesmo sem eles?

Para mim, não influencia em nada o que o Max pensa ou deixa de pensar. Para mim ele é um zero à esquerda. Ele já fez parte da banda, mas não vai mudar nada na minha vida. Meu compromisso é com o que está aqui hoje, com essa formação. O que ele vem a falar entra em um ouvido e sai no outro (risos).

O Sepultura, apesar do reconhecimento nacional, é mais ouvido fora do país. Você acha que o gênero tem pouco espaço no Brasil?

O brasileiro “lambe muito o saco de gringo”. O que é bom para o brasileiro é o que vem de fora. O Sepultura, por incrível que pareça, acabou sendo assim, a maior parte da nossa carreira é fora daqui. Se a gente precisasse fazer isso novamente, nós faríamos, sem problema nenhum.

A preocupação de vocês é com os fãs de qualquer lugar, ou há uma tentativa de aumentar a base no Brasil?

A gente sempre tenta. Agora nós moramos aqui, e parece que cada vez mais as portas vêm se fechando, ao invés de abrir para o artista nacional. Parece que todo mundo reclama, reclama, reclama, mas quando tem alguma coisa, ninguém prestigia. A cultura é torta.

A turnê deste álbum vai começar no fim deste mês, primeiramente pela Europa. Você já pode adiantar alguma coisa desse show?

O show está praticamente preparado. O que tem de novidade é que nós abrimos para os fãs no nosso site oficial uma parte do repertório. Eles vão votar e os fãs têm o direito de escolher qual fase do Sepultura ele quer escutar.

Tem alguma coisa que não pode entrar, ou vocês tocam músicas de qualquer era da carreira?

Desde o primeiro disco, até o último. Todas as fases, sem preconceito.

Com uma carreira estabilizada no ramo musical, onde a banda pretende chegar daqui para frente?

Tem muita coisa ainda. Nesse ano a cabeça está voltada para a turnê desse disco. A intenção é viajar o máximo possível. Vamos para Europa e América do Norte, mas queremos também ir para a América do Sul, Oceania e Ásia.

Já tem alguma coisa programada para o Brasil?

Estamos tentando. Vamos para a América do Norte depois da Europa, e voltamos no final de maio. Estamos estudando alguma possibilidade no final de maio. Nada confirmado, mas esperamos que desse para fazer, senão vamos empurrando e acabamos tocando aqui só no ano que vem. Vamos tentar colocar alguma coisa ainda nesse ano.

KREATOR – Novo Album

Materia traduzida da Blabbermouth

O novo album da banda thrash Alemã Kreator, “Hordes Of Chaos”, já esta disponivel via streaming pelo site da MTV Alemã.

Kreator lançará “Hordes Of Chaos” em 19 de Janeiro de 2009 na Europa pela SPV Records (exceto na Alemanha, la será lançado em 16 de Janeiro). O CD chegará aos EUA em 13 de Janeiro (hoje).

O novo album estará disponivel em tres versões diferentes. A versão padrao que inclui as 10 musicas do album; a versão “deluxe” que inclui um DVD bonus com o making-of com qualidade de super-8 e, como terceira opção, a versão “ultra-deluxe” vem com uma camiseta da banda, um book contendo fotos do Kreator, uma versão extendida do do CD e do DVD bonus.

A arte de “Hordes Of Chaos” foi criada por Joachim Luetke, que foi o designer de “Enemy Of God” e de alguns albuns de bandas como DIMMU BORGIR, ARCH ENEMY e RAGE.

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Segue abaixo a Track List de “Horde Of Chaos”

01. Hordes Of Chaos (A Necrologue For The Elite)
02. Warcurse
03. Escalation
04. Amok Run
05. Destroy What Destroys You
06. Radical Resistance
07. Absolute Misanthropy
08. To The Afterborn
09. Corpses Of Liberty
10. Demon Prince

Acompanhe abaixo o video-promo de “Hordes Of Chaos”

Para maiores informaçoes acesse Blabbermouth




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