PAUL DI´ANNO – Nova Turne no Brasil

paul-dic2b4annoO vocalista Paul Di’Anno – que dispensa apresentações – fará uma nova turnê pelo Brasil no mês de julho passando por 10 cidades. Para acompanhar o cantor nessa turnê pelo país, Di’Anno contará com a ajuda da banda gaúcha Scelerata.

O grupo é formado por Francis Cassol (bateria), Gustavo Strapazon (baixo), Magnus Wichmann (guitarra) e Renato Osório (guitarra) e será responsável por executar os clássicos dos dois primeiros álbuns do Iron Maiden e outras músicas da carreira do vocalista. Atualmente o Scelerata está sem vocalista e passa por processo de seleção para preencher o posto.

Abaixo as informações já confirmadas sobre a nova turnê do ex-vocalista do Iron Maiden:

  • 03 de Julho – sexta-feira @ Opera 1 (Curitiba/PR)
  • 04 de Julho – sábado @ local a confirmar (Criciúma/SC)
  • 05 de Julho – domingo @ local a confirmar (Pomerode/SC)
  • 10 de Julho – sexta-feira @ local a confirmar (Caxias do Sul/RS)
  • 11 de Julho – sábado @ local a confirmar (Frederico Westphalen/RS)
  • 12 de Julho – domingo @ Manara (Porto Alegre/RS)
  • 16 de Julho – quinta-feira @ Vila Dionisio (Ribeirão Preto/SP)
  • 17 de Julho – sexta-feira @ Vila Dionisio (São José do Rio Preto/SP)
  • 18 de Julho – sábado @ Manifesto (São Paulo/SP)
  • 19 de Julho – domingo @ Space Rock (Santos/SP)

Para outras informações acesse: Rock Online

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AC/DC – “Let There Be Rock – The Story of AC/DC”

“Let There Be Rock – The Story of AC/DC” será relançado no dia 01 de Maio de 2009 contendo um novo capitulo, sendo este capitulo uma entrevista com Angus Young realizada no dia 04 de Novembro de 2008, com novas fotografias e um CD com o audio de uma entrevista com os cinco membros da banda (incluindo Bon Scott) sobre sua primeira turne Americana em 04 de Dezembro de 1977.

O livro foi lançado originalmente em Outubro de 2006, e agora será impresso em sete linguas (não obtive a relação das linguas).

“Let There Be Rock” é a historia do AC/DC escrita pela jornalista especialista em rock, Susan Masino, que conheceu a banda em sua primeira turne Americana em 1977. Com o passar dos anos, Susan  manteve contato com a banda e, acompanhou a progresso da banda a nivel internacional. A jornalista tem entrevistado o AC/DC por diversas vezes desde 1977 adquirindo a amizade deles que dura em torno de tres decadas. Agora ela conta a verdadeira historia da ilustre carreira do AC/DC e como eles se tornaram uma das grandes bandas da historia do rock n´ roll.

O livro traça a historia da banda desde se inicio em Sidney, Australia no inicio dos anos 70, seguindo para a infeliz morte de Bon Scott na decada de 80, partindo dai para a entrada de Brian Johnson com o aclamado “Back in Black” e mostrando como a banda continua espetacular agora no seculo 21.

“Let There Be Rock – The Story of AC/DC” estará disponivel pela Omnibus Press, pela sua livraria local ou online.

masino

Para outras informações acesse: Blabbermouth

THE QUIREBOYS e WOLFSBANE – confirmam presença no Rock & Blues Custom Show

As bandas THE QUIREBOYS, WOLFSBANE e GUY-MCCOY-TORME (GMT) confirmaram presença no Rock & Blues Custom Show deste ano, que acontecerá do dia 23 ao 25 de Julho de 2009 Coney Grey Showground, Derbyshire, Inglaterra.

O festival conta com a presença das seguintes bandas:

SKINNY MOLLY
AC/DC UK
THE QUIREBOYS
DAN BAIRD AND HOMEMADE SIN
GMT
WOLFSBANE
BEHOLDER
SHY
NEVERLAND
WARNER E HODGES
THE IDLE HANDS
MARS BONFIRE

rockbluesPara outras informações acesse: Blabbermouth

FAITH NO MORE – Banda Lança Coletanea para Comemorar Volta aos Palcos

faithUma das mais importantes bandas dos anos 90, o Faith No More, anunciou o lançamento de uma coletânea dupla contendo os maiores sucessos do grupo e faixas raras. A compilação recebeu o nome de “The Very Best Definitive Ultimate Greatest Hits Collection” e está programada para chegar às lojas do Reino Unido em 08 de junho, via Rhino Recordes.

O primeiro CD trará 18 músicas como “We Care a Lot”, “Epic” e “A Small Victory”. Já o segundo CD trará músicas lançadas somente em ‘singles’ ou compilações. Entre elas “Sweet Emotion” (lançada em 1989 junto com a revista Kerrang!) e “Das Schutzenfest” (lado-B do ‘single’ “Evidence’, de 1995).

O Faith No More voltou a se reunir no início de março e em breve estará excursionando pela Europa. A atual formação conta com Mike Patton (voz), Billy Gould (baixo), Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclado) e Jon Hudson (guitarra).

Abaixo o repertório da coletânea:

Disc 1:
01. The Real Thing
02. From Out of Nowhere
03. Epic
04. We Care a Lot
05. R’n’R
06. Kindergarten
07. Caffeine
08. Land of Sunshine
09. Be Aggressive
10. Midlife Crisis
11. A Small Victory
12. Everythings Ruined
13. Evidence
14. Digging the Grave
15. Ricochet
16. Ashes to Ashes
17. Stripsearch
18. Easy

Disc 2 – B Sides & Rarities
01. Absolute Zero (B-side on “Digging The Grave” single 1995)
02. The Big Kahuna (B-side on “Ashes To Ashes” single 1997)
03. Light Up And Let Go (B-side on “Ashes To Ashes” single 1997)
04. I Won’t Forget You (rarity previously released on “Who Cares A Lot” greatest hits album 1998)
05. The World Is Yours (B-side on “I Started A Joke” single 1998)
06. Hippie Jam Song (rarity previously released on “Who Cares A Lot” greatest hits album 1998)
07. Sweet Emotion (given away with Kerrang! magazine In 1989)
08. New Improved Song (given away with Sounds magazine In 1988)
09. Das Schutzenfest (B-side on “Evidence” single 1995)
10. This Guy’s In Love With You (B-side on “I Started A Joke” single 1998)

Acompanhe abaixo “Easy”

Para outras informações acesse: Rock Online

MARTY FRIEDMAN – Entrevista na Rock Online

filemarty-friedmanPoucos guitarristas são tão versáteis e talentosos como Marty Friedman. Ele já gravou álbuns dos mais variados estilos, nas mais variadas situações. E um dos grandes méritos do músico é deixar transparecer sua identidade, sua pegada e suas próprias características seja lá o que ele estiver tocando: música eletrônica, Pop, baladas ou Thrash Metal.
Em recente passagem pelo Brasil para a realização de um ‘workshop’, Friedman revelou tudo sobre sua carreira e seus planos como guitarrista numa entrevista exclusiva para o Rock Online. Confira!

Rock On Line: Como você define a atual fase de sua carreira?

Marty Friedman: Eu estou mais ocupado do que nunca! [risos] Estou tocando com duas bandas no Japão, fazendo uma turnê com meu trabalho solo, além de alguns ‘workshops’ e pequenas apresentações na América do Sul e na China.

Rock On Line: Que bandas são essas no Japão?

Marty Friedman: Toco com duas cantoras japonesas, gravo as guitarras em estúdio e também toco ao vivo com elas. Também estou compondo algumas canções com produtores de lá.

Rock On Line: O aconteceu com o Red Eye #2? O que você pode nos dizer sobre esse projeto?

Marty Friedman: O Red Eye # 2, infelizmente, nunca foi concretizado. Chegamos a gravar bastante material, mas não lançamos e é muito difícil de se achar alguma coisa hoje sobre isso. Sei que uma das músicas está disponível no web site de um integrante do grupo, mas eu não lembro o endereço agora [risos].

Rock On Line: Você é um grande fã de música eletrônica e seu mais recente disco “Music For Speeding” traz alguns elementos dessa natureza. Pretende se aprofundar ainda mais no estilo?

Marty Friedman: Pretendo sim, principalmente na minha carreira solo. Eu gravo discos solo só pelo prazer, pela diversão, toco apenas o que quero e o que gosto neles. Se tiver vontade de experimentar mais, com certeza farei.

Rock On Line: Você já fez álbuns com solos complicados e técnicos no Cacophony, com ‘riffs’ pesados e rápidos no Megadeth e com temas mais suaves e emocionais na carreira solo. Na minha opinião, “Music For Speeding” é uma mistura de tudo isso. Sua intenção com esse álbum foi essa?

Marty Friedman: Muito boa observação! Acho que “Music For Speeding” tem sim todos esses elementos, um pouco de cada coisa, mas isso não ocorreu de maneira premeditada. Na verdade, eu não acho que o equilíbrio dessas características seja algo que venho buscando como músico. O ideal pra mim é tocar numa banda extremamente pesada ou extremamente Pop, nada que fique no meio do caminho.

Rock On Line: E para qual dos lados você está mais próximo hoje?

Marty Friedman: Bem, eu tenho duas bandas Pop no Japão, então acho que seria mais por aí. Se bem que lá eu tenho liberdade pra tocar algo realmente pesado se quiser também.

Rock On Line: Qual dos seus discos exigiu mais de você e deu mais trabalho para ficar pronto?

Marty Friedman: Sempre achei que nenhum superaria o “True Obsessions” nesse quesito, mas “Music For Speeding” foi, com certeza, o disco que me deu mais trabalho. Isso porque eu fiz toda a parte de produção e fui o engenheiro de som também. E eu sou péssimo nisso [risos].

Rock On Line: Qual a diferença em vir ao Brasil sozinho e com o Megadeth?

Marty Friedman: [depois de pensar bastante] Basicamente é a mesma coisa.

Rock On Line: Mas você não sente falta de tocar para grandes platéias?

Marty Friedman: Sim, essa é uma das diferenças que ocorrem aqui, mas no Japão, por exemplo, eu toco hoje para platéias muito maiores do que na época com o Megadeth.

Rock On Line: E quando você virá ao Brasil com banda, para fazer um show completo?

Marty Friedman: Espero que em breve. Eu adoro fazer os ‘worskshops’, mas tocar ao vivo realmente é muito mais divertido. Eu quero muito tocar aqui novamente.

Rock On Line: Mas seria uma apresentação do Marty Friedman solo ou com algum outro projeto?

Marty Friedman: Provavelmente venha com músicos de apoio e toque material solo. Se eu viesse com as minhas bandas japonesas não acho que faria muito sucesso no Brasil. Talvez no bairro da Liberdade [risos] [N do R: o bairro da Liberdade, em São Paulo, possui uma grande colônia japonesa].

Rock On Line: Com tantos anos de carreira, há ainda algum músico, guitarrista ou não, com o qual você tem vontade de dividir o palco ou fazer uma ‘jam’?

Marty Friedman: É difícil dizer… adoraria encontrar o Brian May, do Queen. Nunca tive a chance de conhecê-lo pessoalmente e seria uma experiência interessante. Não precisaria nem tocar junto, só conversar um pouco com ele já me deixaria satisfeito.

Rock On Line: Tem algo que queira dizer para os fãs e a todos os que acessam o Rock Online?

Marty Friedman: Eu estou muito, muito feliz por ter tantos amigos aqui no Brasil. Para mim é uma honra tocar para vocês e espero poder voltar outras vezes. Ah, deixe-me perguntar uma coisa para você: Como se diz em português algo do tipo “Yeah, fuckin’ good!” [mostrando empolgação]?

Rock On Line: Talvez você possa dizer “do caralho”…

Marty Friedman: Como? Do caralho? [repete a expressão diversas vezes, tentando memorizá-la] Se eu subir lá no palco agora e disser “do caralho” as pessoas vão gostar?

Rock On Line: Acho que sim. Vai ser, no mínimo, engraçado.

Marty Friedman: Legal. Legal não…do caralho! [risos gerais]

Para outras informaçoes acesse: Rock Online

ROCK SOLIDARIO – Festival Reune Cinco Bandas no Memorial

Guitarras e solidariedade: essa é a fórmula do Festival Rock Solidário, evento organizado há quatro anos pela ONG paraense Salvar Vidas e que faz parte do Dia Global do Voluntariado Jovem. O show acontece hoje, a partir das 18h, no Memorial dos Povos, com120158banda_jolly_joker as presenças confirmadas das bandas Delinqüentes, Corsário, Telaviv, Tenebrys e Inversa. Os ingressos serão trocados por dois quilos de alimentos não perecíveis.

O evento é uma iniciativa de Marcus Braga, baixista da banda Corsário e representante da ONG, fundada há quase 25 anos por seu pai. O músico conta que viu no Dia Global do Voluntariado Jovem uma oportunidade para unir os roqueiros da cidade em prol de uma causa nobre.

A arrecadação de alimentos é voltada a uma das oito metas do milênio, criadas pelas Nações Unidas: acabar com a fome e a miséria. Os alimentos são distribuídos em quatro comunidades carentes de Belém e municípios vizinhos.

ONG quer bater novo recorde

A iniciativa deu certo e há quatro anos o festival reúne as mais diversas bandas de rock da cidade com suas respectivas tribos, que curtem hardcore, metal e punk rock, entre outros estilos. As bandas fazem a sua parte dispensando o cachê. “A iniciativa é genial e bem organizada. Todas as bandas participantes são compromissadas com um trabalho sério. No final, todos ganham”, diz Sidney Klautau, que participou duas vezes do evento com as bandas The Ways e Hálito de Orfeu. Jaime Catarro, lendário vocalista da banda Delinquentes, participou do festival no ano passado e está de volta para esta nova edição. “Eu acho super importante essa iniciativa. É um dos poucos espaços que temos para bandas autorais e alternativas mostrarem seu trabalho. Temos veteranos e novatos dividindo o palco e,além disso, o público, que ganha com a qualidade dos shows. Essa é uma boa oportunidade para mostrar que a galera do rock se une e também é solidária. Nós (Delinquentes) já estamos acostumados a tocar com outros estilos,como o metal, e já temos um contato legal com essa galera”,comenta Jaime.No ano passado, o Rock Solidário arrecadou 800 quilos de alimentos não perecíveis. A meta deste ano é ultrapassar a marca de uma tonelada. “A cada ano a participação do público vem aumentando. Isso dá mais força a essa iniciativa”,diz Marcus, explicando que as atividades da ONG estão cadastradas no site oficial do Dia Global para garantir a seriedade do trabalho.

Para outra indormações acesse: www.diariodopara.com.br

JOE SATRIANI – Processo Contra Cold Play Continua

O guitarrista Joe Satriani concedeu uma longa entrevista ao site da revista Ultimate Guitar para falar de sua nova empreitada, o Chickenfoot, banda formada ao lado do vocalista Sammy Hagar, do baixista Michael Anthony (ambos egressos do Van Halen) e do baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers). Satriani aproveitou para falar do andamento do processo por plágio que move contra os britânicos do Coldplay.

satrianiSegundo Satriani, apesar de não poder comentar o processo até sua conclusão, o caso está no seguinte pé: “Nossos respectivos advogados estão conversando entre si e trocando papéis. Há muito protocolo que precisa ser seguido. Esse tipo de caso tende a se arrastar, com poucas notícias interessantes por meses e meses. Nenhum de nós quer discutir nenhum dos aspectos realmente interessantes, então o máximo que posso dizer é que o caso está correndo”.

Perguntado sobre sua reação ao saber que a música “Viva la Vida”, objeto do processo por plágio contra o Coldplay, havia ganhado o Grammy por “Música do Ano”, o guitarrista foi diplomático: “Estou feliz pelo grupo e, de uma maneira muito esquisita, fiquei feliz ao escutar minha melodia sendo celebrada. No entanto, fiquei meio confuso pelo fato de a NARAS [National Academy of Recording Arts & Sciences, Inc], a organização responsável pelos Prêmios Grammy, ter mesmo considerado indicar uma música que eles sabiam ser bastante contestada”.

Pra quem nao lembra muito bem da historia Joe Satriani entrou com o processo de plagio na corte federal de Los Angeles, informando q a musica “Viva la Vida” do Coldplay incorporou “partes substanciais do original” de seu instrumental de 2004 “If I Could Fly”.

O guitarrista de 52 anos diz que apenas procura ressarcimento por qualquer lucro adquirido com base na infração de seu copyright.

Acompanhe abaixo um “cross” de “Viva La Vida” do Coldplay e “If I Could Fly” de Satriani

Para maiores informações acesse: Reuters




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