DEVILS WHOREHOUSE – Termina a Mixagem de Novo Album

Materia traduzida da Blabbermouth

A banda de “horror death rock”, DEVILS WHOREHOUSE, projeto paralelo de Morgan Håkansson, guitarrista do MARDUK, terminou as mixagens de seu ultimo album, entitulado “Blood & Ashes”. O CD foi masterizado e será lançado no inicio de Abril pela Regain Records.

Track liste de “Blood & Ashes”

  • 01 -Oceans Turn To Blood
  • 02 -Wicked One
  • 03 -Speak The Name Of The Dead
  • 04 -The Cult Of Death
  • 05 -Werewolf
  • 06 -Demons Of The Flesh/Tight White Ropes
  • 07 -Shadows Never Change
  • 08 -Smell Of The Ancient Ones
  • 09 -Face The Master
  • 10 -Werewolf Nation
  • 11 -Snakes Out The Mouth Of Hell

A banda é composta por:

Morgan – Baixo
Makko – Guitarra
Maelstrom – Vocal
Hrafn – Bateria

A banda tocará na Fiendforce Festival em Solingen, Alemanha no dia 25 de Abril

WEREWOLF RELEASED

devilwhorehouse02

Para mais informaçoes acesse:devilswhorehouse.com/

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METALLICA – Banda Entra para o Rock N Roll Hall of Fame

Materia Originalmente publicada no Whiplash.net

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte mensagem, a respeito da nomeação da banda ao Rock and Roll Hall of Fame.

metallica_03“Wow… Que ótima forma de começar 2009! Nós estamos mais do que orgulhosos de informar a vocês que nós vamos, de fato, entrar no Rock and Roll Hall of Fame em uma cerimônia que acontecerá em Cleveland em 4 de Abril de 2009. Para relembrar, precisa ter passado 25 anos desde que seu primeiro disco foi lançado para ser elegível e embora não pareça que tenha passado tanto tempo, nós ouvimos que foi este o caso!

Então aqui está outra parte legal. Pela primeira vez em 24 anos que o Rock and Roll Hall of Fame está por aí, os ingressos da cerimônia estarão disponíveis para VOCÊ! A cerimônia acontecerá no Public Hall em Cleveland, e se você for um membro do Hall of Fame and Museum, poderá comprar ingressos em uma pré-venda em 22 e 23 de Janeiro. Há uma venda presencial no Sábado, 24 de Janeiro (isto significa que você precisa achar seu caminho até as bilheterias do Hall of Fame nesse dia), e finalmente eles estarão disponíveis através da TicketMaster na segunda-feira, 26 de Janeiro. Membros do MetClub devem conferir o metclub.com/ para informações sobre uma venda especial de ingressos para eles.

Nós faremos companhia a alguns artistas lendários e excelentes como Jeff Beck, Little Anthony & the Imperials, Run-DMC, e Bobby Womack, que também serão introduzidos ao hall nessa noite.

Desculpe, nenhum detalhe ainda sobre quem estará na cerimônia como apresentadores e artistas, mas nós podemos lhes falar que será transmitido ao vivo na Fuse e disponível na http://www.fuse.tv.

Para maiores detalhes acesse rockhall.com/.”

THIS ENDING – Novo Album será Lançado em 30 de Janeiro

Materia traduzida da Blabbermouth

THIS ENDING, banda de death metal Sueco montada pelo baterista  Fredrik Andersson do AMON AMARTH, etsa com nova musica, “Deathtrade”, disponivel para download AQUI. A faixa vem do novo album do grupo, “Dead Harvest”, e esta com data pra lançamento em 30 de Janeiro de 2009 na Alemanha, Austria, Suiça e Italia; e em 2 de Fevereiro no restante da Europa pela Metal Blade Records.

“Parasites” é o novo video do THIS ENDING, e pode ser visto abaixo. A gravação do clip levou dois dias e foi feito em dois locais diferentes com a direção de Marcus CF. Tinnerholm.

A gravação de “Dead Harvest” foi feita na Offbeat Studio em Stockholm, e levou 2 meses. O numero de musicas selecionadas para o album foram apenas 10. Contudo 2 musicas gravadas nas sessoes de “Dead Harvest” e que nao passaram no corte final estarão incluidas em uma versão limitada na primeira leva da distribuiçao Europeia deste album.

O guitarrista Leo Pignon comenta “… ‘Dead Harvest’ é a trilha sonora da destruição do mundo, passando pelo verdadeiro death metal e indo para algo mais brando com o som unico do THIS ENDING. Então aumente o volume, sente-se confortavelmente e assista o mundo ruir em chamas!”

A formação da banda:

  • Mårten Hansen – vocal
  • Leo Pignon – guitarra
  • Linus Nirbrant – guitarta
  • Jesper Löfgren – baixo
  • Fredrik Andersson – bateria

Faixas de “Dead Harvest”:

    • 01 -Trace of Sin
    • 02 -Parasites
    • 03 -Machinery
    • 04 -Instigator of Dead Flesh
    • 05 -Dellusionists
    • 06 -Army of the Dying Sun
    • 07 -Dead Harvest
    • 08 -Tools of Demise
    • 09 -Deathtrade
    • 10 -The Asylum
    • 11 -Redeemer***
    • 12 -First Blood***
    • 13 -Parasites (video)***

      *** Bonus tracks (versão limitada):

      O album “debut” da banda, “Inside the Machine”, foi lançado na Europa em Dezembro de 2006 pela Metal Blade Records.

      thisending

      Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

      more about “Vodpod Firefox Extension for WordPress“, posted with vodpod

      WHIPLASH – Banda Confirma Presença no W.O.A

      Materia traduzida da Blabbermouth

      Os metaleiros de New Jersey, WHIPLASH, confirmaram presença no W.O.A.  deste ano, e tocarão nos dias 30 de Julho e 01 de Agosto de 2009 em Wacken, Alemanha.

      Até o momento o festival conta com as seguintes bandas:

      • AMON AMARTH
      • AXEL RUDI PELL
      • BORKNAGAR
      • BULLET FOR MY VALENTINE
      • CALLEJON
      • CATHEDRAL
      • DRAGONFORCE
      • EINHERJER
      • EPICA
      • GWAR
      • HAMMERFALL
      • IN EXTREMO
      • IN FLAMES
      • KAMPFAR
      • KINGDOM OF SORROW
      • KORPIKLAANI
      • MACHINE HEAD
      • MOTÖRHEAD
      • NAPALM DEATH
      • NEVERMORE
      • TESTAMENT
      • TRISTANIA
      • VOLBEAT
      • WALLS OF JERICHO
      • WHIPLASH

      A organizadora do Festival, a ICS Festival Service GmbH, anunciou que ja estao esgotados os 70.000 ingressos liberados para o W.O.A deste ano. “Nunca antes um festival deste porte conseguiu esgotar todos os ingressos duas vezes em um unico ano. Mas nós nao estamos precupados com os lucros das gravações posteriores, nós apenas queremos criar um grande festival para você e trabalhamos com isso ha mais de 20 anos mantendo nossa responsabilidade e nosso dever de fazer o melhor para os fãs no mundo! Nós agradecemos por todo apoio e lealdade de vocês!”

      Em 2008 o Wacken Open Air foi premiado com o Live Entertainment Award na categoria “Festival do Ano”. Este premio reconhece apenas os melhores festivais do mundo e foi dado pelo comite Entertainment Award (LEA). Os vencedores foram anunciados em 11 de Março de 2008.

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      HAIL! – Projeto Envolvendo Andreas Kisser, Ripper, Jimmy DeGrasso e David Ellefson

      Materia traduzida da Blabbermouth

      HAIL! – um  projeto envolvendo o guitarrista Andreas Kisser (SEPULTURA), o vocalista Tim “Ripper” Owens (JUDAS PRIEST, BEYOND FEAR, YNGWIE MALMSTEEN, ICED EARTH), o baterista Jimmy DeGrasso (ALICE COOPER, MEGADETH) e o baixista David Ellefson (F5, MEGADETH) – tocará o primeiro dos cinco shows no Chile hoje a noite (22 de Janeiro) na Rock & Guitarras em Santiago.

      Owens postou a seguinte nota a BLABBERMOUTH.NET : “É nosso primeiro show e os ingressos se esgotaram…; é fantástico tocar com eles, os caras simplesmente detonam no metal clássico.”

      “tudo tem sido um tesao. Os caras destroem e nao rola guerra de egos. “I FUCKING LOVE IT” (nao achei uma expressão que pudesse passar a satisfação de Tim Owens)

      “Quero dizer que os fãs são maravilhosos. Obrigado. Continuem assim e divirtam-se”

      “Nós sentimos falta da familia é claro. Eu em especial da minha esposa e filhos. Mas estamos tocando e nos divertindo. Quase havia me esquecido como isso é demais!”

      “Para Dave, Jimmy e Adreas: Obrigado por me convidarem!”

      O setlist de HAIL! é baseado nas bandas que os membros tocaram (ou tocam) e em classicos da musica que os inspiraram em suas carreiras.

      É esperado que a banda toque MEGADETH, SEPULTURA e JUDAS PRIEST junto de classicos como AC/DC, BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, METALLICA, VENOM e IRON MAIDEN.

      As datas dos shows são:

      • 22 de Janeiro – Santiago, Chile – Rock & Guitarras
      • 23 de Janeiro – Valparaiso, Chile – El Huevo
      • 24 de Janeiro – Concepcion, Chile – Havana Club
      • 25 de Janeiro – Puerto Montt, Chile – Arena Puerto Montt
      • 27 de Janeiro – Antofagasta, Chile – Rock & Soccer

      Abaixo Tim “Ripper” Owens e Andreas Kisser dando entrevista na Futuro FM

      ripper

      andreas-kisser

      THE FIFTH SUN – Banda Assina com a Deka Records

      Materia traduzida da Blabbermouth

      “The Fifth Sun” banda de melodic death metal originaria de Minnesota, postou a seguinte nota:

      “Estamos felizes em anunciar que assinamos um acordo com a Deka Records, um selo localizado em Londres, Inglaterra. Eles relançarão ‘The Hunger to Survive’ em um futuro proximo. O selo acredita em tudo que somos e nos ajudará a mostrar nosso nome e nossa musica a um publico maior. Mas por enquanto nós estamos trabalhando na composição de nosso novo album e com planos de retornar ao Studio Fredman para grava-lo assim que estejamos 100% satisfeitos com as musicas”

      O segundo album do “The Fifth Sun”, “The Hunger to Survive”, foi originalmente lançado em 2005. O CD teve sua gravação realizada no Studio Fredman, onde foi gravado também o album debut da banda em 2001, o “The Moment of Truth”.

      fifth-sun

      SEPULTURA – “Max Cavalera é um Zero a Esquerda” diz Paulo Jr.

      Materia originalmente publicada no http://portal.rpc.com.br

      sepultura

      O Sepultura, desde o seu início em 1984, tem sua trajetória marcada por mudanças profundas em sua formação. Max e Igor Cavalera, Paulo Jr. e Jairo Guedez foram responsáveis por fundar o grupo. Jairo foi substituído dois anos depois por Andreas Kisser, que permanece até hoje. Depois da tortuosa saída de Max em 1996, foi a vez de seu irmão, Igor, deixar o grupo dez anos depois.

      A saída de Max, no entanto, foi a mais conflituosa. “Para mim, ele é um zero à esquerda. Meu compromisso é com o que está aqui hoje, com essa formação”, afirmou Paulo, baixista, em entrevista por telefone à Gazeta do Povo, quando questionado sobre uma afirmação de Max Cavalera.
      Sepultura

      O Sepultura é composto por Derrick Green, vocalista; Andreas Kisser, guitarrista; Paulo Jr., baixista; e Jean Dolabella, baterista

      O ex-vocalista da banda disse recentemente que “isso não é Sepultura”. “Muita gente mais nova não sabe o quanto nós ralamos para construir a banda”, disparou.

      Para Paulo, a banda que lança nesta semana o mais recente álbum de inéditas, “A-Lex”, “é o novo-velho Sepultura”. O novo álbum, que chega às lojas no dia 23 de janeiro de 2009, é baseado na obra “A Laranja Mecânica”, livro de Anthony Burgess que foi levado às telas em 1971.

      Composto de modo livre e aleatório, o grupo fez uma série de jam sessions no estúdio, durante três meses, que resultaram na obra final “A-Lex”. “Depois organizamos e lapidamos o repertório”, explicou Paulo.

      Este é o primeiro álbum composto com o novo line-up. “O Jean [Dolabella, baterista que entrou no lugar de Igor Cavalera] entrou com uma característica nova, uma energia nova. Ele não veio para copiar, e sim para acrescentar”, disse o baixista.

      Um dos destaques do resultado de “A-Lex” é a faixa “Ludwig Van”, que conta com uma inserção da Nona Sinfonia de Beethoven. “Trouxemos essa ideia de misturar o clássico com o heavy metal, tentando manter a integridade de todos os lados. Foi a faixa que deu um pouco mais de trabalho.”

      O resultado foi uma canção que difere, e muito, do que é assinado normalmente pelo Sepultura. “Beethoven já é pesado por natureza, então a gente só contribuiu um pouquinho”, brincou o baixista.

      Com a maior parte de sua base de fãs no exterior, a banda nunca conseguiu no seu país de origem o mesmo reconhecimento que alcançou em outras partes do mundo. “O brasileiro ‘lambe muito o saco de gringo’. O que é bom para o brasileiro é o que vem de fora”, disparou Paulo, que garante que a banda “sempre tenta” conquistar um espaço maior no Brasil. “Agora nós moramos aqui, e parece que cada vez mais as portas vêm se fechando ao invés de se abrirem para o artista nacional”, explicou. “A cultura é torta”, desabafou.

      Confira a integra da entrevista com Paulo Jr., do Sepultura:

      Esta não é a primeira vez que o Sepultura se aventura ao basear um álbum em uma obra literária. Desta vez, a opção foi pela obra “A Laranja Mecânica”. Como surgiu esta ideia?

      Na verdade, é uma coisa antiga. Já tínhamos cogitado isso na era do “Dante XXI”, no qual acabamos optando pelo “A Divina Comédia” (de Dante Alighieri). Mas nunca nos esquecemos da “A Laranja Mecânica”.

      Então o grupo já estava preparado para este projeto há algum tempo, apesar do curto prazo que durou a composição e gravação?

      Sim, começamos há alguns anos, mas ficou em “stand by” até chegar a hora certa.

      Uma das faixas, “Ludwig Van”, leva uma combinação do heavy metal com a Nona Sinfonia de Beethoven.

      Essa canção faz parte do conceito da obra. Se você pegar o personagem principal, o moleque era fissurado por Beethoven. No filme, a Nona Sinfonia é bastante destacada. Para que o disco ficasse completo, nós trouxemos essa ideia de misturar o clássico com o heavy metal, tentando manter a integridade de todos os lados. Foi a faixa que deu um pouco mais de trabalho.

      Esta é uma das faixas mais impactantes do álbum, por ser tão distinta do que é normalmente ouvido em uma faixa do Sepultura.

      Beethoven já é pesado por natureza, então a gente só contribuiu um pouquinho.

      Você acha importante esta combinação de gêneros tão distintos, para deixar um ritmo ainda mais rico?

      Com certeza. Além da riqueza da obra e do conceito, o clássico influenciou vários tipos de música, principalmente o rock. Já foram feitas várias junções nesse meio como em obras do Deep Purple, do The Who, e por aí vai.

      Houve muito tempo de pesquisa para começar a trabalhar e compor para este projeto?

      Demos uma re-pesquisada para refrescar a memória. Mas todos nós já conhecíamos desde moleque. O filme foi lançado em 71, e o livro é da década de 60. Já passou por algumas gerações.

      O álbum foi dividido em quatro partes, e cada uma diz respeito a um trecho do livro. Como foi feito este trabalho de composição?

      Foi bem livre, aleatório e solto. Foi uma das fases de composições mais livres que já tivemos. Fizemos uma jam session gigante, e depois organizamos e lapidamos o repertório. A ideia de ter as divisões já existia, mas encaixamos de acordo com cada fase.

      O processo de composição demorou três meses. Até o álbum ficar pronto, quanto tempo foi necessário?

      O processo inteiro demorou por volta de uns seis meses. Gravamos e mixamos em cerca de seis semanas e meia, que é o que levamos normalmente. A composição desse disco foi um pouco mais rápida do que o normal.

      Tanto nesta obra quanto em outras já lançadas pelo Sepultura, uma das marcas principais é a opção por não seguir o “padrão”, sem refrões e riffs em lugares pré-determinados. Qual o motivo desta escolha?

      É uma coisa bem solta. Fizemos do jeito que estávamos sentindo no momento, é difícil de explicar. É como escrevemos, como vem a inspiração.

      O último capítulo do livro, que não é representado no na obra que foi ao cinema, ganhou espaço especial no álbum do Sepultura. Por quê?

      Tivemos a ideia de colocar na Internet e pedir a participação de um fã para esta faixa. Escolhemos uma frase que mais combinasse com o contexto do álbum em si, e esta frase daria o pontapé inicial para a letra. Além do contexto da própria música e do próprio trecho, ela tem um valor especial por ter esta participação do fã.

      De que modo esse álbum se diferencia dos anteriores do Sepultura? Que tipo de experimentação foi feita neste trabalho que nunca foi antes usada pelo grupo?

      A grande diferença foi a orquestra, mas já tínhamos utilizado um pouco, só que indiretamente. Desta vez houve mais detalhes com relação aos arranjos.

      Esse é o primeiro álbum sem nenhum dos irmãos Cavalera. Quais foram as principais mudanças que aconteceram na sonoridade do grupo por conta desta mudança no line-up?

      É o novo-velho Sepultura (risos). Esse lance da leveza que tivemos para compor esse disco, que foi em feito em jam sessions, quebrou um pouco o nosso padrão. Isso contribuiu bastante, todo mundo estava inspirado, com o mesmo objetivo. Foi feito em pouco tempo, algo que não foi planejado. É uma questão de estar se sentindo bem naquele momento.

      Você acredita que o Sepultura perdeu muito com a saída de Igor, ou ganhou mais com a entrada de Jean?

      Eu acho que perdeu e ganhou. É difícil explicar. O Jean entrou com uma característica nova, uma energia nova. Ele veio para trazer um elemento novo ao Sepultura, e não para substituir o Igor. Ele não veio para copiar, e sim para acrescentar.

      Você é o único membro que está na banda desde o início. Todas as mudanças que aconteceram ao longo do tempo trouxeram algo positivo ou negativo para o grupo?

      Quem está na formação presente sabe representar essa banda com dignidade, eu acho que isso é importante. A saída é uma coisa que acontece no dia-a-dia. Ele estava insatisfeito e resolveu seguir o destino dele. Nós continuamos o nosso.

      Max Cavalera disse achar “esquisito” o fato de que nenhum dos irmãos Cavalera estão na banda que eles ajudaram a construir. Você acha que o Sepultura continua sendo o mesmo sem eles?

      Para mim, não influencia em nada o que o Max pensa ou deixa de pensar. Para mim ele é um zero à esquerda. Ele já fez parte da banda, mas não vai mudar nada na minha vida. Meu compromisso é com o que está aqui hoje, com essa formação. O que ele vem a falar entra em um ouvido e sai no outro (risos).

      O Sepultura, apesar do reconhecimento nacional, é mais ouvido fora do país. Você acha que o gênero tem pouco espaço no Brasil?

      O brasileiro “lambe muito o saco de gringo”. O que é bom para o brasileiro é o que vem de fora. O Sepultura, por incrível que pareça, acabou sendo assim, a maior parte da nossa carreira é fora daqui. Se a gente precisasse fazer isso novamente, nós faríamos, sem problema nenhum.

      A preocupação de vocês é com os fãs de qualquer lugar, ou há uma tentativa de aumentar a base no Brasil?

      A gente sempre tenta. Agora nós moramos aqui, e parece que cada vez mais as portas vêm se fechando, ao invés de abrir para o artista nacional. Parece que todo mundo reclama, reclama, reclama, mas quando tem alguma coisa, ninguém prestigia. A cultura é torta.

      A turnê deste álbum vai começar no fim deste mês, primeiramente pela Europa. Você já pode adiantar alguma coisa desse show?

      O show está praticamente preparado. O que tem de novidade é que nós abrimos para os fãs no nosso site oficial uma parte do repertório. Eles vão votar e os fãs têm o direito de escolher qual fase do Sepultura ele quer escutar.

      Tem alguma coisa que não pode entrar, ou vocês tocam músicas de qualquer era da carreira?

      Desde o primeiro disco, até o último. Todas as fases, sem preconceito.

      Com uma carreira estabilizada no ramo musical, onde a banda pretende chegar daqui para frente?

      Tem muita coisa ainda. Nesse ano a cabeça está voltada para a turnê desse disco. A intenção é viajar o máximo possível. Vamos para Europa e América do Norte, mas queremos também ir para a América do Sul, Oceania e Ásia.

      Já tem alguma coisa programada para o Brasil?

      Estamos tentando. Vamos para a América do Norte depois da Europa, e voltamos no final de maio. Estamos estudando alguma possibilidade no final de maio. Nada confirmado, mas esperamos que desse para fazer, senão vamos empurrando e acabamos tocando aqui só no ano que vem. Vamos tentar colocar alguma coisa ainda nesse ano.




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